Curiosidade

Um dia de estrada, um dia de terror!

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Estive em viagem este final de semana, fui para o exterior: Parágua! Salto Del Guairá! Aee, trazer umas “bugingas”. Foi legal, o tempo rendeu lá, por mais que tenha passado como um jato na parte da manhã e perdendo praticamente todo o período por conta da grande fila de carros, caminhões, tratores e colheitadeiras (acredite), foi bom! Mas o período da tarde foi bem produtivo, fomos dinâmicos no horário e conseguimos comprar todas as prioridades, mas claro, sem passar da cota (aliás, gastamos bem menos da cota). Fomos barrados pela alfândega, deu dó de ver a funcionária, debaixo de uns 35 graus, calor absoluto, pedindo para revistar os carros e notas fiscais. No final deu tudo certo, entramos novamente no carro, ligamos o ar e bora pra Londrina.

Este post não se limita em contar a aventura de dois casais que resolveram pegar o final de semana para comprar algumas coisas pela metade do preço. Quero reforçar o que nos deixou de cabelo em pé todo o passeio. Acontecimentos que nos deixaram também de queixos caídos e com a mão na cabeça, de pavor. Está pensando que vimos fantasmas durante a noite? Não! não é isso, é pior. Vimos pessoas por cruzar a linha entre a vida e a morte.

Não tirei fotos nem filmei. Confesso: esqueci! Tinham máquinas para fotografar e o celulares para filmar, mas nada disso fiz. Nós vimos algumas cenas de imprudência na estrada de tirar o fôlego. Por duas vezes quase conhecemos as colunas que sustentam os céus. Atos irresponsáveis de motoristas nem um pouco preocupados com a segurança na estrada, muito menos com a segurança de outros.

Essa semana (não me lembro onde) vi numa reportagem sobre este mesmo assunto: “motoristas imprudentes”. Muitos dirigiam embriagados, completamente inaptos em permanecer com o carro em linha reta. Ao ver as imagens na TV, foi como um flashback no volante de meu Fiesta. Enquanto estávamos tranquilamente em “nosso lado”, seguindo em nossa via única, motoristas loucos ultrapassavam desafiando as leis da física. Até mesmo nas vias onde possuíam duas faixas, assassinos vindo de contra se confortavam em usar a primeira faixa contrária para ultrapassar. Isso vimos várias vezes, inclusive em alguns quase fomos vítimas.

Não sou de ficar pegando a estrada, não tenho a experiência desses viajantes de carteirinha, mas tenho bom senso e conheço as leis que nos protegem dos acidentes. O fato é que está realmente difícil. Imagine uma família inteira morrer pela imprudência de outro, é revoltante. E olha que isso acontece direto, vira e mexe sai alguma coisa nos noticiários. Aqui fica meu protesto: Quero viajar em segurança com minha família! Isso me lembra o caso daquele deputado! Quem assina abaixo? 😉

Sobre o autor / 

Daniel Accorsi

Analista Web/Sistemas formado em 2004 pela Universidade UniFil em Londrina/PR, MBA em Marketing Digital e Gestão de Projetos Web, blogueiro, desenvolvedor Kinect e fotografia como hobby. Me encontre no Twitter - @DanielAccorsi

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