Inovação

Inovação – Parte 2: As 4 áreas base

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No post anterior (leia aqui) fiz uma pequena introdução desta série de artigos sobre Inovação. Vamos agora entrar no conteúdo proposto. Estarei apresentando uma base conceitual que será utilizada em todo este estudo.

Para se ter sucesso no planejamento de inovação, uma organização precisa obrigatoriamente trabalhar quatro áreas em específico. Estas áreas são conduzidas de forma simultânea ou paralelas, e que se complementam em si. São elas: planejamento estratégico, onde serão definidos prioridades e objetivos. Este planejamento tem como consequência os projetos inovadores, que serão formulados por meio dos processos de inovação, que é a segunda área.

O modelo de processo mais conhecido é o stage-gate, mas será abordado um novo modelo mais flexível, chamado de modelo A-F, que pode ser aplicado para qualquer tipo, tamanho e categoria de empresa.

Inovação Parte 2 - As 4 áreas

A terceira área é a dupla de indicadores e recompensas. Os projetos de inovação produzem resultados, sejam positivos, sejam negativos. Estes resultados precisam ser medidos e analisados, gerando indicadores que podem ser usados para estabelecer um sistema de recompensas, afim de incentivar todos os envolvidos.

Estas 3 áreas se desenrolam sobre um pano de fundo chamado “cultura criativa”, que acaba sendo a quarta área. A cultura empresarial diz respeito ao comportamento dos indivíduos, e quanto este é colaborativo e integrado com os outros setores. Esta cultura é essencial para todo o plano de inovação, pois precisa alcançar todos os níveis da empresa.

Ao longo do estudo, não seguiremos a sequência do ciclo, começaremos com “processos”, explicando o modelo A-F. Isto porque, nos processos a serem estudados, possuem elementos básicos do motor da inovação.

“O modelo A-F contém técnicas que já existem; algumas são recentes, outras foram criadas há muitos anos. O valor do modelo resulta de como todas estas técnicas podem ser estruturadas, organizadas e utilizadas para projetar processos e modelo de inovação flexível.”

(A Bíblia da Inovação, p.14)

Sobre o autor / 

Daniel Accorsi

Analista Web/Sistemas formado em 2004 pela Universidade UniFil em Londrina/PR, MBA em Marketing Digital e Gestão de Projetos Web, blogueiro, desenvolvedor Kinect e fotografia como hobby. Me encontre no Twitter - @DanielAccorsi

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