maio 10, 2007
Alguns conceitos vem e vão, tanto em nível de desenvolvimento como em nível organizacional, projetos etc. Nesses dias tenho estudado sobre Business Intelligence(BI). Me identifiquei muito pelo assunto quando ouvi falar pela primeira vez, traz um conceito de desenvolvivmento orientado a tomada de decisões, formação de informação.
Engraçado como vamos evoluindo, a algum tempo CRM e ERP estavam no top, não que agora devemos ignora-los, mas devemos sempre seguir o mercado. BI vem sendo “melhorado” desde a década de 70, agora que veio explodindo, realmente funcional.
O autor de um artigo (link logo abaixo) colocou um exemplo para conseguirmos entender melhor o conceito: “Costumo sempre fazer uma análogia para as pessoas que me perguntam sobre a diferença de um sistema de informação convencional e um BI. Digo que um sistema do tipo transacional é como um restaurante, onde o garçom lhe traz um cardápio e você precisa escolher um prato que já está pronto. Já num sistema self-service (BI), você pode optar por escolher o que lhe agrada e na quantidade desejada.”
Para chegar a esse nível, em primeiro lugar precisamos estudar a fundo qual o conceito e os objetivos de BI, caso contrário vamos cair no mesmo lugar, mudando somente o nome, veja:
1. Entenda sobre BI, leia e releia;
2. Estude sobre a empresa, sua regra, seus departamentos e principalmente o problema;
3. Analise e encontre uma solução com foco na tomada de decisões sem passar por burocracia interna (veja item 1);
4. Faça seus diagramas (que tal UML?);
5. Releia todo o processo do item 2 ao mesmo tempo que acompanha os diagramas;
6. Faça a coisa acontecer.
Se eu fosse explicar com uma frase o que significa, diria: um sistema convencional oferece dados, mas não oferece INFORMAÇÃO, BI resolve isso buscando e organizando dados de diversas fontes.
Confira o artigo comentado acima.
Um pouco mais de Business Intelligence
Até a próxima.
Abraços,
Daniel Accorsi.
Postado em Desenvolvimento Software, Organização, Tendências
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maio 4, 2007
Já me deparei com algumas dúvidas de designers e programadores referente ao novo método de desenvolvimento (layout etc) utilizando CSS. Uma questão muito bem discutida é a dúvida entre Div x TABLE, afinal, quando usar?
Há aqueles que acabam de aprender sobre webstandards e transformam 100% de seus sites para a nova tendência. Parece um “robozinho” transformando tudo que aparece com table para div. Não é bem assim. Deixa eu tentar explicar:
Quando dizemos que tableless veio para revolucionar, dizemos a verdade…mas o não podemos confundir ESTRUTURA com DADOS. Aprendemos até hoje a estruturação em forma de tabelas (uma dentro da outra), ou seja, criamos nosso layout dessa maneira. Usamos tableless (DIV´s) para substituir essa metodologia de estruturação, e fazemos então tudo voltado a DIV´s, mas estamos falando de ESTRUTURA, ou LAYOUT.
Agora falando dos DADOS, vamos fazer uma consulta no banco de dados e trazer ao usuário, ele precisa ver isso, como fazemos uma tabela organizada e visulmente funcional? TABLES, isso mesmo. Não vamos ser bitolados, a tag table não é para ser extinta, nem tem o porque, com ela criamos relatórios, formulários, exibimos dados de forma organizada, entre outras funcionalidades. O que podemos fazer é transformar essa tabela (CSS) para o nosso gosto.
Acredito que de forma rápida podemos entender quando usar uma div, ou uma tabela…mas isso não morre aí, pois estamos falando apenas de estrutura e dados. Em Div trabalhamos 1001 possibilidades, mas isso é coisa pra outro post.
Abração!
Daniel Accorsi.
Postado em CSS, Tendências, Web Standards
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abril 16, 2007
Prometi no primeiro post desse blog que estaria postando também sobre assuntos de organização pessoal, então venho com um conceito bem interessante sobre nossas pendências diárias, que podem se tornar verdadeiras dores de cabeça, acredite!
Estou lendo um livro chamado “Gerencie sua Mente, não seu Tempo” (autor David Allen, editora Landscape) e tenho descoberto coisas surpreedentes sobre organização pessoal. São práticas simples que podem mudar nossa vida da noite pro dia. Estarei postando muitos tópicos sobre esse livro aqui, mas vamos começar por um capítulo que chamou muito a minha atenção: afinal, quais são nossas prioridades?
Há um ciclo que devemos quebrar, muitas vezes deixamos de fazer coisas secundárias em nossas prioridades porque sempre temos as urgêntes para resolver. Se fizemos sempre isso, as secundárias um dia serão prioritárias e teríamos que resolver com urgência pois senão “algo terrível por acontecer”. Pense bem, é um ciclo…e é nossa vida! Todo dia é assim. Nunca sentimos aquele alívio (provavelmente você nunca tenha sentido). Caro leitor, priorize também o que é secundário, cabe a você avaliar…alivie sua mente.
Como??? devemos ter consciência do que realmente é prioridade. Devemos saber com exatidão qual o próximo passo a tomar em cada projeto, tarefa ou o que estiver fazendo. Importante: podemos até não executar naquele momento a próxima tarefa, mas precisamos saber o que vem em seguida, qual a próxima ação.
Guarde isso: “Algo secundário pode ser tornar desesperador se não resolvermos enquanto secundário.”
“Não há nada tão fácil mas que se torne difícil quando você o faz de maneira relutante.” – Terence
“A coisa mais fácil se torna difícil quando você a faz de maneira relutante.” – Terence
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abril 11, 2007
Por mais que a publicidade na internet tenha crescido, muitas empresas, ou melhor, a maioria delas ainda não acredita na eifciência desse veículo. Eu não falo de banners, muito menos de SPAM. Digo sobre os verdadeiros e-mails marketing. Por exemplo, trabalhamos em nossa empresa com produção de e-mails publicitários, e tem dado retorno cada vez melhor para as empresas que contratam o serviço, sempre voltam pedindo algo “mais agressivo”.
Podemos ver pesquisas por aí…há um bom tempo atras, numa das revistas conceituadas e semanal do Brasil, foi publicado que hoje em dia o maior poder publicitário é o e-mail, mas somente aquele que respeita e trata o destinatário como um cliente potencial (todo respeito é bem vindo). Hoje em dia praticamente todos (digo boa maioria) possuem um e-mail, imaginem que seja um contato direto e único com o desinatário: as probabilidades de chamar a atenção e clicar para obter mais informações são grandes. Mas estou dizendo de um bom e-mail marketing.
Mas…esse assunto nos leva outro, que em casos de discussão, pode ser bem polêmico: “pra quem vou mandar?” existem no mercado negro aqueles tentadores CDs contendo milhares e milhares de e-mails prontinhos para serem utilizados, ou melhor, para se praticar o SPAM. Terrível prática!! é um meio desonesto e mal educado (palavras leves aqui, por favor) de tentativa de publicidade, que ao meu ver, só piora a reputação da empresa para quem lê…nada como um BOM E-MAIL SOLICITADO.
Parando de falar nos problemas, vamos a solução: A melhor maneira para a formação de um bom mailing. Outro exemplo, quando iniciamos um projeto sempre desenvolvemos uma funcionalidade para formação de mailing, com toda transparência e deixando claro os motivos pelo qual o usuário está se cadastrando. É um processo um pouco mais lento, mas temos algumas vantagens, inclusive que fazem a diferença:
- É honesto (só esse seria suficiente);
- O cadastro é feito por quem realmente se interessa pelo assunto;
- O usuário sabe que um dia vai receber um e-mail dessa empresa (espera por ele);
- Controle sobre cada cadastro (ou contato);
- Não há perigo de ser acusado de SPAM.
Não quero extender muito, então confira os artigos escritos para o site iMasters:
Postado em CiiN, Comportamento, Comunicação, Tendências
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abril 9, 2007
Pessoal,
Sem enrolação, vamos a nosso primeiro assunto sobre CSS. Independe se você deseja utilizar para formatação ou para criação de layouts. Envio abaixo uma lista de FAQs e conteúdos para quem deseja iniciar sua caminhada, ou rever seus conceitos.
Vamos ficar de olhos abertos, está chegando o CSS3, mas não se preocupe ainda, não se desespere se ainda não entendeu direito CSS1 ou 2.1, continue sua jornada…o estudo da Web Standards (aliás, um breve artigo do pessoal do Tableless.com.br) está a toda, e estamos só no começo. Aguarde por novidades, estarei postando aqui. NÃO pule degraus!!.
Eu ainda insisto, de uma olhadinha no post de apresentação.
Por enquanto é o suficiente para darem uma olhada e tirarem suas dúvidas iniciais. Tem pra todo nível. Valeu e até a próxima!
Abraços,
Daniel Accorsi
Postado em CSS, Web Standards
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abril 5, 2007
Eu já falei e estou repetindo…”páscoa”? puramente comercial.
Antes de mais nada, quem não viu o post de apresentação, da uma passadinha lá (depois volte).
Agora sim…por favor, uma licencinha para eu fugir um pouco do assunto (estamos em Off Topics
) e aproveitar dizendo sobre nosso maravilhoso final de semana com chocolates em forma oval.
Eu tenho uma opinião formada: Páscoa é como o Natal, comércio + comércio – real motivo. Vou até dizendo, minha intenção com esse post é: NADA de religião aqui hein! :/ estamos falando de coisas do dia-a-dia e situações que estão na nossa CARA. Há aqueles que concordam comigo, ou não… 
Estava eu no mercado a 1 mês e vi o pessoal montando as prateleiras -melhor dizendo, arames- de chocolates, marcas e mais marcas e tamanhos sobre tamanhos…pensei: Já?!. Continuei andando e imaginando que a cada ano que passa essas duas datas “comemorativas” sempre acabam focando uma coisa: o HOMEM!
Você acha isso forte? pelo menos pra mim é!
O mais importante nisso tudo é o respeito nas opiniões, se fôssemos todos iguais, o mundo seria “sem crises”, afinal, todos teriam os mesmos costumes e valores.
Aproveitando o momento, faço um convite a você. Vai rolar uma festa chamada Páscoa das Nações, em sua 10ª edição apresentando comidas típicas, artesanatos e a cultura das nações, só que essa é com uma pitada (pitadona) a mais, teatro, dança, apresentações diversas, e o grande e esperado momento “Broadway”: a cantata, bem brasileira! Foi feito um convitinho virtual para mais informações.
Abraços,
Daniel Accorsi
Postado em Off Topics
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