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XML comemora 10 anos

Date fevereiro 13, 2008


XML 10th anniversaryA W3C anuncia 10 anos do XML. Eles prepararam um site exclusivamente para o aniversário. Fizeram questão de postar algo, é uma nota bem rápida, nada de especial. Foi disponibilizado um espaço para o público enviar suas histórias. Eles mesmos disseram: “suas histórias sobre o XML.”

No mesmo artigo alguns links externos de desenvolvedores e blogueiros.

Com o XML, abriu-se uma enorme janela de possibilidades de integração, aí vai meus parabéns! ;)

Feliz dia do XML para todos!

  

Profunda tristeza – Campus Party Brasil 2008

Date fevereiro 12, 2008

Não pude deixar de expor minha profunda tristeza em não participar do Campus Party Brasil 2008. Marquei bobeira, literalmente. Vi por aí alguns blogueiros fazendo os mesmos desabafos e acaba sendo inevitável.

Vocês que estão aí, aproveitem, ao máximo…e vão preparando o espírito para a “depre” de retorno.

Não vou ficar falando escrevendo o que centenas de blogs já postaram sobre o maior evento, apenas…

…acompanhem os últimos acontecimentos diretamente do pessoal que está lá visitando (ou não):
Livestream por BlogBlogs

Também no Flickr
Ao vivo

Achei interessante esse post do Tecnocracia (Manoel Netto) sobre o primeiro dia do evento.

Qualquer novidade só visitar o livestream aí em cima e se eu achar qualquer coisa bizarra coloco aqui.

Abração.

  

Dicas Interessantes #3 – Super Stuff

Date fevereiro 11, 2008

  

Seu cliente ignora o contrato?

Date fevereiro 7, 2008

Sabia que, como profissional (ou empresa), você DEVE analisar seus possíveis clientes e poder chegar a uma conclusão de que “este não compensa“? Parece até radical e a primeira vista pode até parecer que “não queremos ganhar dinheiro“.

Já passei por situações dessas, e acredite, há vários anos chegamos a essa conclusão, por nenhuma fonte externa, mas pela própria experiência. Passamos por alguns “trechos” nessa caminhada que poderíamos ter evitado.

Sabemos que o sucesso depende de escolhermos a
opção certa e aprendermos com as erradas.

A melhor maneira de se escolher corretamente é buscar conhecimento, sabedoria e humildade, sabendo ouvir aqueles que já obtiveram vitórias.

Evite a dor de cabeça logo de início, não pense somente no valor da venda, é normal nos empolgarmos com uma venda alta ou uma parceria “irresistível”. Tudo isso pode ser muito menor se comparado com a dor de cabeça futura. E não pense que um bom contrato intimide esse tipo de pessoa, afinal, para eles nem existe consideração formal.

Gostaria de ser bem prático, nada de textos longos, apenas sugerir: não feche negócio quando você perceber esse tipo de situação. Pode ter certeza que “a coisa vai enrolar”, você vai acabar fazendo 3x mais o que está no contrato e quando receber o valor vai se sentir completamente enganado e com as mãos atadas.

Analise muito antes de fechar o negócio

Não confunda o assunto discutido aqui com clientes sistemáticos
ou até mesmo detalhistas. Estes são até bons, assim nos obrigamos
a elaborar um projeto inicial impecável.

Tenha discernimento do “cliente folgado” e o detecte de primeira. Você vai adquirindo sensibilidade com o tempo e principalmente com os “tombos” da vida. Coloco aqui algumas dicas para identificá-los em suas atitudes mais comuns:

  1. A última coisa que comenta é sobre contrato. Na maioria nem toca no assunto.
  2. Quando você comenta em contrato, logo muda de assunto ou tenta pular essa parte mesmo já tendo um tempo considerável de conversa.
  3. No primeiro contato já solicita algo a ser executado, sem antes fechar valores ou qualquer tipo de acordo formal. Esse é um ponto muito comum de acontecer.
  4. Há uma instabilidade de posicionamento ou uma nova solicitação a cada conversa.
  5. Marca reuniões e reuniões para estabelecer planos de ação mas nunca questiona a existência de alguma possível restrição para execução. Isso acontece muito também, mas não se esqueça de que é seu papel informar as limitações na medida que forem colocadas.
  6. Ele só quer aproveitar seu conhecimento, isso é claro quando ignora completamente suas colocações (você) ou dão qualquer tipo de desculpa para contornar o momento.
  7. Comentários do tipo são bem comuns: “Fulano faz em x dias e me cobrou a metade do valor de sua proposta.” O cliente está em seu direito de “barganhar”, até aí tudo bem. O importante é você analisar a ética. Uma atitude incorreta é quando traz para seu conhecimento projetos de outras empresas com detalhes de valores, estrutura, prazos, formas de pagamento etc. O que ele quer? Uma cópia? Cuidado com isso!

Importante: esses pontos ajudam a identificar esse tipo de pessoa, mas não garante que seja 100% aplicável, como um passo-a-passo. Não seja radical, analise! Afinal, podem existir clientes que desejam algo na primeira conversa por terem vindo de um contexto de descontentamento por parte de outra empresa ocasionando então uma urgência. Essas são sugestões que devem ser aplicadas através de uma boa análise.

Se fechar o negócio, uma excelente arma é você exigir respeito através de sua atitude profissional. Deixe sempre em evidência (com respeito também) os limites do contrato. Por exemplo: envie semanalmente o que foi feito e o que falta para chegar até a conclusão. Isso vale tanto para o desenvolvimento inicial como para uma manutenção mensal. Neste segundo, informe o que falta para chegar na abrangência pré-estabelecida em contrato.

Seja esperto e saiba analisar seu -possível- cliente!

Bons negócios!

  

Para cada projeto, pergunte-se…

Date janeiro 31, 2008

O que me levou a escrever esse artigo foi minha indignação de alguns desenvolvedores web que se dizem profissionais e resolvem “pegar” um bolo e o mundo ao mesmo tempo, desde projetos institucionais até grandes e-commerces. No final NADA fica pronto e completamente fora do prazo, causando a insatisfação do cliente. Mas o mais terrível é que por causa dessas atitudes nossa área é prostituída, e olha que nem entrei na parte de valores. Conclusão, o trabalho dos verdadeiros, que se empenham e estudam a viabilidade antes de qualquer projeto é prejudicado diretamente.

Bom, agora seguindo após um “desabafo introdutório”, descrevo uma forma de nos localizarmos melhor sobre cada decisão de um novo projeto. Interessante que pode ser aplicado em qualquer tipo de segmento, simples…

Acompanhe: vem aquele contato, um possível cliente. Ocorre a primeira reunião e você tem conhecimento de sua real necessidade (ou não, muitas vezes a iniciativa deve ser sua, pois o cliente não tem idéia do que quer, apenas sabe que é necessário. Mas isso é para um outro dia). Em seguida você sai com sua agenda e com todas as anotações necessárias para elaborar um projeto inicial.

(Aqui já encontramos um erro de muitos. Sem qualquer base retornam imediatamente ao cliente: “ok, fechado, X reais.” Isso é o fim da picada, não é mesmo? Que desespero é esse?)

Vamos ignorar a possibilidade desse primeiro erro acontecer, certo? Após ter colocado a cuca pra pensar sobre suas anotações, é gerado um projeto inicial focando conhecimento das necessidades para realização e de sua CAPACIDADE de execução (estamos falando de conhecimento técnico).

E agora?

Devemos nos perguntar, para cada projeto que chega até nós:
1. Sou capaz de fazer? 2. Porque?
3. O que preciso ter em mãos para que o projeto seja executado?

É uma forma de se auto-avaliar.
Conhecer a si mesmo é essencial, deve ser levado como uma lição de vida!

Coloque a terceira pergunta em prática ao invés de descartar de cara (essa é para os profissionais).

Você é capaz de fazer?(1ª) – Seus conhecimentos são suficientes para executar o projeto? Pense em cada etapa e avalie. Após chegar a uma resposta pergunte-se: porque?(2ª) – O que não sabe? O que não conhece? O que o cliente pediu que não tem a mínima noção de como fazer?

Você pode se perguntar agora: “e se eu respondi positivamente a primeira questão?” Sim, afinal você pode muito bem ser capaz, não é mesmo? E deve! Nesse caso pergunte-se o porque de sua resposta ser positiva, isso agrega muito em seu auto-conhecimento.

E a última, o que você precisa para o projeto ser executado?(3ª). Avalie o que tem nas mãos e o que precisar ter. Na maioria o conhecimento é destacado, mas existem outras variáveis, como: tempo, equipe, estrutura, dependência de terceiros etc.

Chegue a uma conclusão: consigo executar? seja sincero, pois está em jogo seu nome, sua empresa (se for o caso) e o ramo dessa atividade. Eu disse “o ramo” e não “seu ramo”, pois infelizmente encontramos muitas “figuras” por aí, se é que me compreende.

Finalizando, reúna todas essas informações e tome a decisão certa. Exemplo, não tente desenvolver um e-commerce que seja inteiro customizado se não tem conhecimentos sobre: conceitos de comércio eletrônico, funcionamento das operadoras de cartão, formas de pagamentos e assim vai. Não pegue esse projeto, nem chegue perto dele, a não ser que consiga achar uma real solução para a terceira pergunta.

Até o próximo projeto… ;)

  

Dicas Interessantes #2

Date janeiro 29, 2008

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